Ricardo Passos começou por estudar guitarra clássica e piano no Conservatório do Porto, tap dance e jazz na Escola de Jazz do Porto.

A sua viagem inicia em Granada onde aprendeu a tocar guitarra flamenca. Atrás das raízes de África foi a Essaouira em Marrocos para aprender a tocar o guembri com Jamal Babamar. Seu interesse no derbake, no rik e no bendir conduziu-o ao Cairo no Egipto. Aí aprendeu com o mestre Hassan Youssef. Atraído pelos laços que unem o Oriente ao Ocidente voou até Istambul, ponte entre as duas culturas. Cem Yildiz ensinou-lhe música tradicional turca com o saz. Seguindo seu caminho, foi ao Irão para aprender a tocar tonbak e def. 
Por fim chegou em Benares e aí conectou com a forma mais antiga da música clássica do norte da Índia: o canto dhrupad. Recebeu aulas do Dr. Rajesh Sendh. O Pandit SriKant Mishra foi seu mestre do tambor que acompanha este canto, o pakhawaj. Viajou até Bhopal para aprender com os mestres desta tradição, os Gundecha Brothers.
No Sul da Índia aprendeu o sistema rítmico indiano - solkattu - con V. Suresh e canto carnático com Anuradha Krishnamurthi. Aprendeu canto qawali com Ibrahim Khan em Ajmer e nagara com o mestre Nattu em Pushkar. Desenvolveu o canto difónico de forma autodidata. 
Esteve em Pequim onde aprendeu a tocar o guzheng (harpa chinesa) com a professora Wang Yao. 
Em 2011 mudou-se para Belo Horizonte onde se graduou na Universidade do Estado de Minas Gerais, Licenciatura em Música com Habilitação em Educação Musical. Aprendeu latin drum, congas e bongós com o mestre cubano Santiago Rhéyter.
Entre outros instrumentos, é auto didacta em canto difónico, sheng, morchang, duduk, guitarra portuguesa e santoor persa. 
Atuou em Portugal, Espanha, França, Marrocos, México, Turquia, Irão, China, Índia, Brasil, Uruguai, Argentina, Chile e Colômbia. A sua música, explora com profundidade a improvisação e espontaneidade, misturando elementos da cultura oriental como as ragas da Índia com a polifonia da cultura ocidental. 
Actualmente está de volta á cidade que o viu nascer, onde prepara o lançamento e apresentação do seu primeiro disco de originais “Noite de Luz", dedicado à harpa chinesa, o guzheng.

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